Cartões de Inspiração






Category: Jogo de Cartas
52 exercícios para estimular a criatividade, a ludicidade e o pensamento inovador
Seja qual for o nosso cargo, o nosso trabalho beneficiará sempre de novas ideias e formas de pensar diferentes. Estamos habituados a considerar a inspiração como algo que chega mais ou menos ao acaso; é, na verdade, uma competência que podemos aprender a desenvolver em nós próprios e a utilizar sempre que dela precisarmos.
Inspiração é um conjunto de ferramentas para gerar novas ideias: 52 exercícios concebidos para fomentar uma mentalidade inventiva. Com este livro, não precisamos mais de esperar que a inspiração surja; podemos acendê-la e utilizá-la conforme necessário. Cada exercício incentiva-nos a trabalhar um músculo criativo específico e ajuda-nos a estabelecer as condições psicológicas para um trabalho original. Baseando-se em conhecimentos dos mundos da arte, música, psicoterapia e inovação, este é um recurso inestimável para criativos e profissionais, ajudando as nossas mentes a tornarem-se para-raios mais fiáveis para os nossos numerosos lampejos de inspiração.
Exemplos de exercícios:
Privação Sensorial
Remover distrações e estímulos externos pode permitir que a nossa mente divague mais livremente. É por isso que as ideias tendem a surgir no duche, ou pouco antes de adormecermos. Os tanques de privação sensorial são uma forma extrema (e cara) de silenciar o mundo exterior. Crie o seu próprio tanque de privação sensorial improvisado. Encontre um escritório vago ou uma sala livre e feche a porta. Apague as luzes, feche as persianas ou estores e desligue quaisquer aparelhos elétricos. Se ainda houver barulho, use tampões para os ouvidos ou coloque ruído branco através de uns auscultadores. Fique lá dentro durante pelo menos 10 minutos, ou o tempo que desejar. Use o tempo e o espaço para pensar no seu projeto – ou tente não pensar em nada e deixe a sua mente divagar.
Pintar como uma Criança
Pablo Picasso passou a sua carreira a desenvolver a sua pintura numa direção cada vez mais abstrata. Perto do fim da sua vida, observou que, embora fosse um pintor tecnicamente consumado aos quinze anos, 'levei uma vida inteira a pintar como uma criança.' Tente recordar a pessoa que era aos cinco anos de idade. Como poderia olhar para o seu trabalho de forma diferente? O que lhe pareceria banal e o que pareceria entusiasmante? Que regras estaria disposto a quebrar para honrar a criança de cinco anos que foi?
52 cartas | 155mm x 115mm









